O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli negou nesta quarta-feira (6), pedido do ex-deputado federal Eduardo Cunha para encerrar o processo que tramita contra ele na Operação Lava Jato.
A defesa de Cunha recorreu ao Supremo para anular o processo em função da decisão que reconheceu a parcialidade do então juiz Sergio Moro para julgar os processos oriundos da Lava Jato. Com base no entendimento, diversas sentenças de condenados foram anuladas pela Corte.
Ao analisar o caso, Dias Toffoli entendeu que Cunha não pode ser beneficiado pela anulação. Para o ministro, a situação jurídica do ex-parlamentar não é mesma dos demais acusados.
"Trata-se de questões estranhas ao julgado cuja extensão de efeitos se busca, não havendo a aderência necessária ao deferimento do pedido", decidiu o ministro.
No Supremo, a condenação de Cunha já foi anulada, no entanto, os processos foram enviados para a Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro.
A condenação envolve acusação de que Cunha teria recebido propina proveniente de contratos da Petrobras para a construção de navios-sonda. Nesse caso, ele foi condenado a 15 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Deputado discute pavimentação da MS-244 e MS-270 com secretário de Infraestrutura

MS e Governo Federal firmam parceria para defesa de indígenas LGBTQIA+

Deputado pode ser investigado após dizer que queria Lula morto

Conteúdo difamatório contra vereador termina em condenação em São Gabriel do Oeste

Gerson Claro pede celeridade na duplicação da BR-163

Deputados votam projeto que obriga vendedores a informarem procedência de veículos

Ministro de Lula denunciado por corrupção oficializa demissão

Deputado quer que transportadoras determinem data e turno para entrega de produtos

Vereadores aprovam melhorias de carreira para Guardas Civis Metropolitanos
