Polícia Civil pede ajuda para encontrar criminosos após líder de traficantes ser presa
A mulher estava escondida em Campo Grande após tentar matar um rapaz em Sidrolândia
31 JUL 2024 • POR Brenda Assis • 18h43A líder de uma organização criminosa responsável por crimes de tráfico de drogas e homicídio, de 26 anos, foi presa durante a terça-feira (30), em Campo Grande. Porém, o grupo seria de Sidrolândia.
Conforme as informações policiais, a investigação começou há cerca de 4 meses, quando três jovens, de 19, 22 e 23 anos, foram presos por tráfico. Com autorização judicial para a quebra de sigilo de dados dos telefones celulares apreendidos, a Delegacia de Sidrolândia identificou outros membros da organização criminosa.
Entre os identificados, está um homem de 29 anos, que está preso desde 15 de outubro de 2023. Porém, ele continuo atuando no mundo do crime com a ajuda da esposa, de 26 anos.
Já no dia 5 deste mês, mais um integrante da organização foi preso por tráfico, delatando os chefes do grupo e os fornecedores das drogas apreendidas. Após audiência de custódia ele foi solto e acabou sofrendo uma tentativa de homicídio, no dia 8 de julho de 2024, devido à delação.
A polícia apurou ainda que a ordem, para matar o ‘cagueta’ foi dada de dentro do presídio. O casal fez uma chamada de vídeo, ‘condenando’ o rapaz por ter entregado todo o esquema. A mulher estava acompanhada de Luiz Antônio Taques da Silva, de 25 anos, e João Vitor Vitoy, de 30 anos.
Os dois foram responsáveis por colocar a vitima no porta-malas de um carro e espancar o rapaz, que por sorte, conseguiu escapar.
Diante das informações, a Polícia Civil identificou os autores da tentativa de homicídio e obteve a decretação da prisão preventiva de todos os envolvidos. A mulher foi presa em Campo Grande, sendo levada para Delegacia de Sidrolândia.
Porém, os outros dois envolvidos seguem foragidos. A Polícia Civil pede ajuda para a população sul-mato-grossense, para encontrar os dois. Quem tiver qualquer informação pode entrar em contato através do WhatsApp (67) 99232-3721 – as denúncias são anônimas.