Polícia

Dono de bar é morto por golpes de canivete após defender funcionária

Em São Paulo, Diego de Almeida Pereira está preso pela morte de Carlos dos Santos Monteiro

17 JUN 2024 • POR Carla Andréa, com g1 • 17h51
Dono de bar é morto em São Paulo - Reprodução/g1

O dono de um bar de rock da Zona Sul de São Paulo foi morto com golpes de canivete no pescoço e nas costas por um cliente, após expulsá-lo do estabelecimento por ele ter assediado uma funcionária.

O empresário Carlos dos Santos Monteiro, conhecido como Nenê, tinha 57 anos e era proprietário do Malta Rock Bar. Ele foi assassinado na rua em frente ao estabelecimento.

O crime ocorreu no final da noite do último sábado (15). O agressor, identificado como Diego de Almeida Pereira, de 34 anos, foi imobilizado e desarmado por frequentadores do estabelecimento até a chegada da Polícia Militar. Ele foi preso em flagrante pelo assassinato. 

De acordo com o Boletim de Ocorrência do caso, feito pela Polícia Civil, testemunhas contaram que Diego falava frases "desconexas" e tinha sinais de embriaguez, além de aparentar estar sob efeito de drogas.

As pessoas que estavam no bar também contaram à PM que Diego não era um cliente conhecido. E que o homem entrou no estabelecimento e assediou uma mulher, que deu um soco nele para se defender.

Diego também estava "perturbando" outros clientes do local durante uma confraternização entre amigos. Até que Carlos notou que o agressor estava armado com uma faca de aproximadamente 30 centímetros de comprimento. De acordo com o registro policial, o dono do bar ainda perguntou ao homem: "O que você vai fazer com essa faca?".

Após isso, o proprietário colocou Diego para fora do estabelecimento e foi ferido por ele com golpes do que na verdade, era um canivete. 

A arma que Diego usou para matar Carlos foi apreendida e o caso registrado como homicídio qualificado por emboscada.

O assassino foi indiciado pelo crime e ficou em silêncio no seu interrogatório. Ele passou por audiência de custódia no domingo (16), quando a Justiça converteu a prisão em flagrante por preventiva. Diego já tinha passagens anteriores por outros crimes, como roubo. Ele foi condenado por assalto e atualmente estava cumprindo pena em liberdade.

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