Os próximos meses devem ser extremamente secos em todo o Mato Grosso do Sul, agravando ainda mais a situação climática do estado. O caso foi explicado durante um workshop para jornalistas na Energisa, durante a manhã desta terça-feira (3), em Campo Grande.
Conforme o meteorologista do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), Vinicius Sperling, apesar de todo o estado estar enfrentando a seca, o Pantanal está em uma das regiões mais afetadas, uma vez que a previsão para setembro, outubro e novembro indica chuvas abaixo da média histórica.
A previsão aponta, que de 3 a 6 meses, a chuva irá variar entre 23.50 mm e 24.55 mm.
Ainda para os próximos três meses, a temperatura deve ficar acima da média, com possibilidade de calor extremo. O meteorologista reforçou que os termômetros devem seguir altos por conta da falta de chuva, uma vez que não tem relação com ondas de calor que cortam o estado vez o outra.
A falta de chuva ocasiona ainda a baixa umidade do ar. Entre janeiro e agosto, o estado teve três cidades que bateram 9% de umidade relativa, estando muito abaixo da média recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde).
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Sol e calor deixam tempo estável nesta quinta-feira em Mato Grosso do Sul

Frio 'dá as caras' nesta semana e termômetros podem bater 15ºC em MS

Campo Grande teve chuva 125% acima do esperado em março

Chegou chegando: Capital tem chuva após dia marcado por calor

Passagem de frente fria é curta e tempo volta a ficar estável em MS nesta quarta

Abril começa com tempo instável e chuvas devem aparecer em Mato Grosso do Sul

Ivinhema foi a cidade com maior acúmulo de chuva dos últimos quatro dias em MS

Último dia de março começa com chuva e tempo ameno em Campo Grande

Domingo será quente e com previsão de chuva para Mato Grosso do Sul
